Dizia eu, no post anterior, que o ano iria agora começar, quis a vida que o ano novo começasse com uma gastrite e que eu passasse o dia de ontem de cama.
No final do ano passado dizia eu que gostava de estar mais magra, não queria fazer dieta, queria acordar mais magra, não me sentia com força nem vontade de me restringir a esse ponto.
Quis a vida que de 31 de Dezembro a 4 de Janeiro fizesse um tratamento de cortisona intrevenosa que me atacou as paredes do estomago. Na quarta à noite o estomago não aguentou mais.
Quer agora o médico que faça um tratamento de 30 dias para restabelecer o suco gastrico e que isso implica (muitas) algumas alterações alimentares. Quero eu ficar boa e sentir-me bem.
E portanto é isto, vou fazer obrigatoriamente mudanças alimentares e para quem dizia que passava o dia inteiro com fome, agora nem quero ouvir falar de comida.
10 janeiro, 2014
08 janeiro, 2014
Poderia vir para aqui escrever um rol de coisas que me (nos) têm acontecido nestes últimos três meses e que me (nos) têm posto à prova.
Poderia também vir aqui falar das (inúmeras) vezes em que me apeteceu enfiar a cabeça na areia (o problema? Fica-se com o rabo à mostra).
Mas o que decidi foi vir aqui escrever que tudo está mais calmo, que aos poucos as coisas têm voltado à normalidade, que temos conseguido voltar a uma rotina e que os dias se vão passando melhor. (caramba, aqui tenho-me empenhado a sério)
Adivinham-se tempos duvidosos com muitas questões a terem de ser respondidas para poder acalmar estes meus nervos e o meu coração mas há coisas que não estão nas minhas (nossas) mãos e que temos simplesmente de acreditar, em Deus, numa entidade superior, na Vida, no Universo, não importa. Confiar é o verbo a conjugar.
Está oficialmente iniciado o novo ano cá em casa. Ficamos com 357 dias para aproveitar e fazer o que nos compete dando o melhor de nós.
Poderia também vir aqui falar das (inúmeras) vezes em que me apeteceu enfiar a cabeça na areia (o problema? Fica-se com o rabo à mostra).
Mas o que decidi foi vir aqui escrever que tudo está mais calmo, que aos poucos as coisas têm voltado à normalidade, que temos conseguido voltar a uma rotina e que os dias se vão passando melhor. (caramba, aqui tenho-me empenhado a sério)
Adivinham-se tempos duvidosos com muitas questões a terem de ser respondidas para poder acalmar estes meus nervos e o meu coração mas há coisas que não estão nas minhas (nossas) mãos e que temos simplesmente de acreditar, em Deus, numa entidade superior, na Vida, no Universo, não importa. Confiar é o verbo a conjugar.
Está oficialmente iniciado o novo ano cá em casa. Ficamos com 357 dias para aproveitar e fazer o que nos compete dando o melhor de nós.
23 dezembro, 2013
Estado das coisas
Dizia eu, antes de ter filhos, que não funcionava sem dormir pelo menos sete horas por noite. Actualmente, e após ter sido mãe, constato que isso não é verdade. Já perdi a conta às noites mal dormidas nestes últimos meses. Assim de repente, nestes últimos dois meses e meio, vem-me à cabeça que a nossa bebocas já teve três otites, uma gastroentrite, uma reacção adversa a um antibiótico e estamos, há uma semana, a combater uma conjuntivite que se instalou nos dois olhos da nossa pequenina.
Andamos, nós e ela, completamente estafados e a juntar a isso acabaram-se as noites completas a dormir. Ela chora durante a noite, levanta-se agarrada às grades, tem noites que chora acordada e outras em que está a chorar a dormir.
Ela está muito magrinha, aos nove meses pesava sete quilos. Com todos estas ocorrências o nosso desafio foi ela não baixar o peso e no inicio do ano vamos ao médico.
As conversas com o pediatra têm sido uma constante e o nosso coração anda sempre inquieto.
A minha disponibilidade para vir escrever no blogue tem sido pouca mas aos poucos espero voltar á normalidade.
Andamos, nós e ela, completamente estafados e a juntar a isso acabaram-se as noites completas a dormir. Ela chora durante a noite, levanta-se agarrada às grades, tem noites que chora acordada e outras em que está a chorar a dormir.
Ela está muito magrinha, aos nove meses pesava sete quilos. Com todos estas ocorrências o nosso desafio foi ela não baixar o peso e no inicio do ano vamos ao médico.
As conversas com o pediatra têm sido uma constante e o nosso coração anda sempre inquieto.
A minha disponibilidade para vir escrever no blogue tem sido pouca mas aos poucos espero voltar á normalidade.
26 novembro, 2013
A tentar voltar à emissão
Novembro tem sido um mês de mudanças (boas) e de muitos ajustes. Ando ainda a tentar conciliar tudo para que não sinta que me está a escapar alguma coisa, o que até agora não tem acontecido porque acho que falta sempre tempo para alguma coisa.
A nossa bebocas anda doente, tem febre regularmente e anda muito queixosa. Actualmente está constipada e temos andado a fazer aerossóis. Na creche dizem-nos que não é normal ela estar sempre assim, o pediatra e um médico especialista em otorrinolaringologia pediátrica dizem que estando ela na creche é perfeitamente normal e nós ficamos na duvida e inseguros (já para não dizermos alarmados) vamos fazer-lhe análises só para tirar as teimas.
De resto continua bem disposta mas aprendeu a levantar-se e agora é birra para tudo porque o que ela quer é estar de pé e torna-se bastante difícil dizer-lhe que não e não rir ao mesmo tempo em algumas situações mas acho que até agora temos lidado bem com isto. Vamos ver a partir de agora.
A nossa bebocas anda doente, tem febre regularmente e anda muito queixosa. Actualmente está constipada e temos andado a fazer aerossóis. Na creche dizem-nos que não é normal ela estar sempre assim, o pediatra e um médico especialista em otorrinolaringologia pediátrica dizem que estando ela na creche é perfeitamente normal e nós ficamos na duvida e inseguros (já para não dizermos alarmados) vamos fazer-lhe análises só para tirar as teimas.
De resto continua bem disposta mas aprendeu a levantar-se e agora é birra para tudo porque o que ela quer é estar de pé e torna-se bastante difícil dizer-lhe que não e não rir ao mesmo tempo em algumas situações mas acho que até agora temos lidado bem com isto. Vamos ver a partir de agora.
18 novembro, 2013
08 novembro, 2013
Primos
Ele é um querido com ela. Dá-lhe muito beijinhos, brinca com ela, põe-na a rir às gargalhas e ela segue-o para todo o lado com um olhar de fascínio.
Mas ela agora deu-lhe para as fitas e ele ao fim de algum tempo perdeu a paciência e foi o que lhe saiu como desabafo:
-Pá, já te calavas. Estou a tentar ler.
E nós fizemos um esforço para não nos rirmos, afinal ela tem oito meses e ele seis anos, mas ela calou-se e ainda se riu para ele.
Mas ela agora deu-lhe para as fitas e ele ao fim de algum tempo perdeu a paciência e foi o que lhe saiu como desabafo:
-Pá, já te calavas. Estou a tentar ler.
E nós fizemos um esforço para não nos rirmos, afinal ela tem oito meses e ele seis anos, mas ela calou-se e ainda se riu para ele.
02 novembro, 2013
No Porto
Sinto-me em casa. Somos sempre bem recebidos nos braços da família. Nem a chuva fez mossa.
Está-se tão bem.
Está-se tão bem.
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